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Otimize seu Chão de Fábrica: MES e ERP (TOTVS Protheus) para Produção mais Eficiente

 

 

A gestão da produção é um dos maiores diferenciais competitivos da indústria. Mesmo assim, é comum ver empresas lidando com processos pouco padronizados, controles manuais, informações espalhadas (planilhas, anotações, retrabalho) e, principalmente, decisões tomadas com base em dados atrasados.

É nesse cenário que um MES (Manufacturing Execution System) ganha valor estratégico — especialmente quando está integrado ao ERP, como o TOTVS Protheus. A integração entre Solver PCP (MES) e ERP conecta o planejamento ao chão de fábrica, reduz lacunas de informação e cria um fluxo confiável de dados para executar, controlar e melhorar a produção.

O que muda com o Solver PCP (MES) integrado ao ERP

Quando o MES e o ERP trabalham juntos, o ERP deixa de ser apenas “administrativo” e passa a receber um retorno consistente do que de fato acontece na operação. Na prática, você passa a ter:

  • Padronização e rastreabilidade total dos processos produtivos
  • Controle em tempo real e visibilidade do andamento das ordens (cockpit)
  • Planejamento e sequenciamento inteligente (reduzindo gargalos e ociosidade)
  • Indicadores automáticos (OEE, tempos, perdas, paradas, desvios)
  • Redução de retrabalho, desperdícios e custos administrativos

Isso é base para otimização contínua, com menos “achismo” e mais consistência.

1) Otimização de processos: do planejamento ao chão de fábrica sem ruído

A otimização começa quando a empresa elimina as variações e os desvios de processo. Com o Solver PCP, as informações críticas deixam de ficar “na cabeça das pessoas” e passam a ser registradas e acompanhadas.

Com o cockpit e a visibilidade por ordem, recurso e desempenho, fica mais fácil:

  • identificar gargalos no momento em que surgem
  • ajustar prioridades e sequências com agilidade
  • reduzir tempos improdutivos (esperas, setups, desalinhamentos)
  • aumentar a previsibilidade do PCP

Em operações que passam por essa digitalização, é comum ver a produtividade sair de algo como 70% para algo entre 85% e 95%, representando um ganho na faixa de 15% a 25%.

2) Redução de erros: menos retrabalho e desperdício com dados confiáveis

Boa parte dos erros industriais nasce de três pontos: informação incompleta, registro manual e falta de rastreabilidade. Quando o MES centraliza e padroniza o processo, a empresa reduz a chance de falhas como:

  • apontamentos inconsistentes
  • ordens executadas fora da sequência ideal
  • divergência entre o que foi planejado e o que foi produzido
  • perda de histórico para análise de causa raiz

Na prática, isso aparece em indicadores como retrabalho e desperdício. Há operações em que o retrabalho sai de algo como 12% para cerca de 5%, uma redução de aproximadamente 7 pontos percentuais.

Outro impacto relevante está nas paradas não planejadas: com mais visibilidade e registro do que acontece, é comum reduzir ocorrências e tempo parado. Há cenários em que as paradas não planejadas saem de 10% para 4% (redução de 6 pontos percentuais), a depender do processo e da aderência ao uso do sistema.

3) Decisões mais eficientes: menos “achismo” e mais ação no tempo certo

Tomar decisões eficientes não é só ter relatório. É ter dados confiáveis, no tempo certo, com contexto.

Com o Solver PCP, o gestor passa a decidir com base em:

  • indicadores automáticos (OEE, tempo de ciclo, perdas, paradas)
  • acompanhamento do status real das ordens de produção
  • comparação de desempenho por recurso, turno, equipe, produto
  • análise mais rápida de desvios e prioridades do PCP

Isso acelera a resposta a problemas, melhora o foco do time e reduz o custo de “corrigir depois”.

Um ganho adicional costuma aparecer nos custos administrativos de controle: ao reduzir registros manuais e conciliações, há operações que observam quedas como de 100% para 60% (redução de 40%) em esforço/custo relacionado a controles.

Como começar: implantação estruturada para capturar valor rápido

Uma implantação bem feita é o que garante resultado. Em geral, a jornada inclui:

  • Configuração do sistema conforme sua realidade produtiva
  • Treinamento da equipe (operações, PCP, supervisão e gestão)
  • Acompanhamento inicial da operação, garantindo adoção e ajuste fino

O foco é obter ganhos mensuráveis cedo, criando uma base sólida para evolução digital — inclusive para passos futuros em direção à Indústria 4.0, mesmo quando ainda não há integração direta com máquinas e sensores.

Conclusão

O Solver PCP, integrado ao ERP (como o TOTVS Protheus), cria as condições para otimizar processos, reduzir erros e tomar decisões mais eficientes com dados reais do chão de fábrica. Mais do que tecnologia, é uma mudança de gestão: padronização, rastreabilidade, visibilidade e previsibilidade para escalar performance com controle.

Quer entender como isso se aplica ao seu cenário? Avalie seus principais gargalos (retrabalho, paradas, baixa visibilidade, atrasos) e comece pela estruturação do fluxo de produção e indicadores.

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